OLED, QLED, Mini LED: qual TV escolher?
Três tecnologias de tela, três compromissos diferentes entre contraste, brilho e preço. Veja como decidir de acordo com o seu ambiente.

OLED: o melhor contraste, em um ambiente escuro
Em uma tela OLED, cada pixel se apaga individualmente, o que gera um preto perfeito e um contraste incomparável — ideal para assistir filmes à noite com as luzes apagadas. O ponto fraco: o brilho máximo continua mais limitado do que nas tecnologias LED, então em um ambiente muito iluminado durante o dia a imagem pode parecer menos vibrante.
QLED e Mini LED: mais brilho, ótimos em plena luz do dia
O QLED (e sua variante mais recente, o Mini LED) aposta em um brilho bem mais alto, o que o torna mais confortável em uma sala iluminada ou para assistir esportes durante o dia. O contraste é um pouco menos profundo que o do OLED, mas essa diferença diminuiu bastante com o Mini LED, que divide a luz de fundo em muitas zonas pequenas para reduzir os halos de luz ao redor das áreas claras.
O tamanho importa tanto quanto a tecnologia
Uma regra simples: a distância de visualização recomendada costuma ser de 1,5 a 2 vezes a diagonal da tela (convertendo a medida em polegadas para centímetros). Uma TV grande demais para a distância disponível vai cansar a vista; uma pequena demais faz você perder o benefício do 4K. Meça o seu ambiente antes de escolher o tamanho.
Compare a taxa de atualização se você joga
Para videogames ou esportes, uma taxa de atualização de 120 Hz oferece uma fluidez bem superior a 60 Hz. Já para assistir filmes e séries no dia a dia, esse não é um critério prioritário. Use o comparador para colocar lado a lado o tamanho da tela, a resolução, o tipo de painel e a taxa de atualização de vários modelos antes de escolher.